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Filosofia/Mitologia

Feitiçaria, macumba, vodu, cabala... a esperança do brasileiroSaiba mais

Solidão e Solitude Saiba mais

O amor! A paixão! A indiferença e o ódio!Saiba mais

Ateus, agnósticos, teístas e... demônios! Saiba mais

O castigo de Prometeu para o político que você elegeu. A hora da vingança. 
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Dogma, Tabu... "- Cala a boca maluco!" Saiba mais

Sócrates, Xenofonte, Querefonte e Cicuta.
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Existe paz injusta?
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José Saramago - Enquanto todos se recusavam... Ele pensava!Saiba mais

Sátiro, Elfo, Fauno e... Ninfa... "Qui beleza"! Ou... nem só de mágica viviam os deuses!Saiba mais

Os deuses no Monte Olimpo... Sempre existiu bobo para tudo!Saiba mais

Gnose, ontologia, metafísica, noética e dialética... "What the fuck is that?" Saiba mais

Valquírias, Pandora, Ísis e Hator - mundo mágico das mulheres impossíveis, deusas e... divinas!
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Cinismo, autarquia e hipocrisia
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Platão e Xenofonte os marqueteiros de Sócrates
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A conveniência da ética na sociedade brasileira
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Direito/Economia

Revisitando a história da macroeconomia  - Mercantilismo, Fisiocracia e Liberalismo.Saiba mais

O sistema prisional brasileiro ou... a nossa Bastilha! Saiba mais

O novo processo penal brasileiro
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Tráfico, uso de drogas e o trabalho de repressão Saiba mais

Liberar o comércio e o consumo de drogas proibidas é a solução? Parte1
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O tráfico, o uso de drogas e o crime no Brasil - Parte 2
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PROSA & VERSO

 O poema que penso um dia fazer ou... A musa!Saiba mais

Sentimentos!Saiba mais

 Vou usar as minhas armas, sou um guerrilheiro urbano!Saiba mais
Oi, tudo bem?Saiba mais

 

O canalha, a vigarista, o crápula e o devassoSaiba mais

A Conspiração - Final Saiba mais

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A conspiração - Parte 4 Saiba mais

A conspiração - Parte 3 Saiba mais

A conspiração - Parte 2 Saiba mais

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Esportes

 Ronaldinho Gaúcho, Tiago Neves e Didi - A atitude do craque!Saiba mais

 

STJD: Palavrões e cartões amarelos forçados!Saiba mais

 Futebol - #Flamengo - CARTA ABERTA à Presidente Patrícia AmorimSaiba mais

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Futebol: “A instituição está acima de tudo e de todos” ou A grande idiotice!Saiba mais

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Zico, o Big Boss do futebol Rubro-NegroSaiba mais

 

A seleção do Dunga “Senta a Pua” e “A cobra vai fumar”... ou o “Exército Brancaleone”Saiba mais

 

Adriano não queria ser convocado ou... a fragilidade emocional!Saiba mais

 

Cara Dona Patrícia: agilidade é essencial! Ou...  As aves de rapina estão atentas!Saiba mais

 

Petkovic - volte a sorrir, meu irmão! Saiba mais

 

Faltas, faltinhas e cartões amarelos Saiba mais

 

O técnico campeão e a renovação de
contrato ou... "eu quero a dívida trabalhista!"
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Patrícia Amorim ou "hay que endurecer,
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Petkovic - o craque não tem idade
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O tapa na cara
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O Grande Iíder
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O Flamengo visto por Nelson Rodrigues
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Uma homenagem ao Fluminense
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Arbitragem no futebol
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Política /Atualidades...

 O X-9 vazou a notícia, a culpa é dele, mas a mídia ignora e bate no cartola Saiba mais
 O GRITO DA JUVENTUDE. A NOVA ORDEM POLÍTICO-SOCIAL Saiba mais
 Vocês não viram o Zico jogar...Saiba mais
 Carta aberta aos funcionários do CR Flamengo - Cláudio Pracownik Saiba mais
 Flamengo/Eleições ou... Chega de Amadorismo! Saiba mais
 O assassino de Glauco voltou a matar ou O descaso do Estado Brasileiro com os nossos loucos Saiba mais
Flamengo, sob nova direção! Saiba mais
Ditadura Petista: Conselho Municipal de Direitos Humanos/A Censura/Reescrevendo a história brasileira Saiba mais
 O Dizimista... Como é bom viver com dez por cento do salário de alguém Saiba mais
 PNDH-3: A petulância, a ignorância do direito e dos fatos sociais... A ditadura que se instala!Saiba mais
 Salve, salve o Flamengo!... Mas salve mesmo, por favor!Saiba mais
Domingo tem Vasco X Flamengo no Engenhão... Que jogão!Saiba mais
Jamais se esqueça, sempre se lembre...Saiba mais
A solidão de alguns ou... O amor, esse sentimento louco!Saiba mais
O poema que penso um dia fazer ou... A musa!Saiba mais

Zeitgeist - The Movie: A realidade da manipulação do pensamento ou... A sordidez! Saiba mais

Cesare Battisti, condenado por matar quatro pessoas, foi solto... Ou... O abençoado pelos "companheiros"!Saiba mais

O livro não está ensinando a falar errado, mas a continuar com o erro, a ser oportunista e contém idéia separatista.Saiba mais

A tragédia no Rio de Janeiro e o tratamento URGENTE da saúde mental no BrasilSaiba mais
O Blog da Bethânia/A resposta de Caetano/"Bravos!" à censura!Saiba mais

Teria o PNDH-3 sido inspirado por Sun Tzu, Maquiavel e a Okrana?Saiba mais

PNDH-3: A petulância, a ignorância do direito e dos fatos sociais... A ditadura que se instala!Saiba mais

As marchas da maconha. Ou... Teus pais são contra, Você não sabe, mas eles conhecem mais do que você pensa.
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Maconha faz mal? Ou... “a saúde que se dane, quero teu voto... seu bobo!”Saiba mais

Onde está a honestidade? O político esfinge! Compro tua alma!Saiba mais

O voto do preso provisório ou... Como iludir o brasileiro!Saiba mais

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O Comentarista foi idealizado por Joviano Caiado, profissional da área do direito que, em determinado momento de sua vida, após um longo período atuando como advogado e magistrado em várias regiões do Brasil, resolveu criar um forum para difusão de notícias, reportagens, comentários, apresentação de trabalhos técnicos e literários, teses e antíteses, com espaço para que o leitor possa apresentar também sua opinião. O Portal também direciona o leitor para diversas áreas do conhecimento humano através dos inúmeros links que podem ser encontrados no menu principal.
ABC News: International
Reuters News
  • O outro não é inimigo

    Dualizou-se e rachou-se o país em dois pedaços inimigos, incapazes de interagirem e conversarem. No calor das emoções, foi-se do agônico para o antagônico, onde a possibilidade de escutar o outro, de ter compaixão pelo seu sofrimento, desapareceu. Mas haverá um abismo intransponível entre brancos e negros, elite e povo, classe média e pobres? Certamente não dentro das favelas, onde também há pessoas de classe média, brancos e de escolaridade mais alta.

    Para reformar a segurança pública no país, será preciso desconstruir falsas polaridades e parar de estimular ódios porque, segundo inúmeros estudos internacionais, é a construção do outro como inimigo desumanizado que motiva um ser humano a se armar e matar outros seres humanos, de diferentes religiões, raças, ou classes de escolaridade e rendimento, isto é, classes sociais não antagônicas. Nos anos pesquisando jovens vulneráveis do Rio de Janeiro, deparei-me com a definição de um inimigo ameaçador que justifica os ataques letais contra ele. É com base nessa construção imaginária que os meninos da favela se transformam em traficantes soldados. É com ela que os policiais, fardados ou não, se transformam em policiais guerreiros. Para isso, contam com a simbologia e a eficácia de armas de fogo que matam rapidamente, dando aos que as usam a sensação de poder sobre a vida e a morte dos outros. Nada mais atraente para os homens em busca de afirmação e poder. Nada mais ilusório pois quem usa armas é alvo preferencial de tiros. Até que ponto a tese do genocídio negro não estimula o ódio e a agressividade entre negros vítimas do racismo de policiais, e entre os policiais apresentados como seus algozes?

    É preciso pensar em projetos para ganhar os jovens atraídos pelos comandos de crime organizado que atuam hoje em todo o território nacional, desmantelando a atração exercida por este importante ator nas trevas das atividades empresariais. As armas de fogo, com a posse das quais os jovens vulneráveis prosseguem se sentindo poderosos e protegidos pela organização criminosa, continuaram entrando no país. As drogas, com as quais tantos se compensam pelas frustrações e estresses de viver numa sociedade altamente desigual e competitiva, continuaram sendo vendidas ilegalmente dando enormes lucros para os seus empreendedores. Nada foi feito para mudar essa atração pelo negócio ilegal altamente lucrativo.

    Recentes estudos internacionais falam dessa guerra irregular, selvagem, sem limites institucionais que se espalhou pelo mundo na forma do que se denominou Transnational Organized Crime (TOC), baseada nos negócios ilegais que trazem muito ganho quando garantem a impunidade dos seus agentes, ou na forma de organizações fundamentalistas baseadas no terror contra outras religiões, justificadas pela verdade incontestável das suas crenças. O que há de comum nessas organizações com características tão diferentes é o uso de armas leves — que podem ser colocadas nas mãos dos muito jovens, até mesmo crianças — assim como a facilidade com que superam fronteiras porosas entre países com institucionalidade fraca. Fazem parte do processo de globalização, aquele que poderia ser chamado de globalização das trevas ou infra globalização por ser pouco visível, mas destruidor do respeito às leis e aos direitos, ou seja, ao estado democrático de direito. Muitos estados constituídos também praticam formas de terrorismo e de interferência em países cujas fronteiras invadem. Porém, no Brasil, enfrentamos, sim, os efeitos desagregadores do TOC.

    Precisamos exigir mais controle e investigação sobre a circulação das armas de fogo no país. Como não se montou uma força-tarefa para investigar os comerciantes legais e ilegais de armas ou uma Operação Lei Desarmada para fiscalizar os que as portam em locais públicos? Carecemos de ações culturais e educativas contínuas para desconstruir o etos guerreiro, responsável pelo uso impulsivo que fazem delas jovens e policiais. É o maior desafio, pois o medo de morrer armou mãos e cabeças e justificam as mortes de inimigos imaginários. Os efeitos, inclusive na formação subjetiva dos que se tornam autores, mas também vítimas da violência armada, só podem ser enfrentados com a cooperação de todos.

    Alba Zaluar é professora do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj

  • Sereias e outras histórias

    E a coqueluche das meninas de concretizar o sonho de se tornarem sereias continua! Desde a Pequena Sereia, passando pela princesa Ariel, até a novela “A força do querer”, as caudas de sereia tornaram-se acessório que inspira crianças (e adultos, pasmem!). Para quem não sabe, trata-se de uma espécie de saia longa, justa, fechada na extremidade, que a pessoa veste à guisa de cauda.

    Até aí, nada demais; afinal, quem não sonhou ser princesa ou sereia um dia? O que assusta, porém, é o fato de que o apetrecho traz consigo alto perigo para as sonhadoras sereiazinhas. E, se já convivemos hoje com tantos riscos, este, que seria perfeitamente evitável, não está sendo porque são os próprios pais que insistem em expor as filhas a ele. O desejo de realizar “sonhos”; a dificuldade de dizer não aos filhos (como denunciei em várias de minhas obras); mais o anseio por visibilidade, me parecem explicar, em parte, o quadro.

    O perigo se repete diariamente nas piscinas de clubes, condomínios e até nos quintais das casas, onde meninas-sereias arriscam-se a afogamento — ou pior. O acessório, por prender as pernas, impede a livre movimentação, transformando a aparentemente inocente brincadeira em perigosa aventura. O risco é alto — e, embora venha sendo denunciado por pediatras, e tenha sido condenado em 2017 pelo Inmetro, muitos pais permitem e até incentivam o uso. Ao tolher o movimento das pernas, a cauda obriga ao nado no estilo golfinho, que nem todas dominam. No Canadá, o uso foi proibido nas piscinas públicas de várias cidades, por aumentar o risco de afogamento e dificultar a flutuação. Pode levar ao afogamento de forma silenciosa, até mesmo em piscinas rasas. Para quem não sabe, no Brasil, afogamento é a segunda causa de morte entre crianças de um a 9 anos , e a terceira na faixa dos 10 aos 14 anos.

    Assusta constatar até que ponto a inconsequência e o voluntarismo têm levado certos pais a arriscarem a segurança dos filhos, criando espaço para tragédias e traumas evitáveis. As redes sociais, ao criarem celebridades instantâneas, têm incrementado o sonho de visibilidade de muitos. Se não para si, quem sabe, para os filhos? É o que parece explicar vídeos que pululam na web, em que a mãe encontra o filho brincando dentro da privada, como se piscininha fosse, e, em vez de retirar a criança e fazer a assepsia urgente, faz antes um vídeo para postar no YouTube! Ou outro, em que a mãe dá e tira o celular das mãos de seu bebê, só para filmá-lo chorando e, claro, postar nas redes!

    Ensinam assim, desde cedo, a não confiar, já que são os próprios pais, que, voluntariamente, criam tais situações para seus filhotes... Custa-me crer que o superficialismo tenha chegado a tal ponto. Pensaram eles, um segundo que seja, em como repercute em tenras almas, perceber que, de quem esperam proteção, recebem inconsequência — e por motivos fúteis?

    Tania Zagury é filósofa e escritora

  • Brasil, um país com futuro

    A greve dos caminhoneiros causou grandes distúrbios para a população, trazendo problemas de desabastecimento e, consequentemente, elevação de preços. O dólar subiu, nos lembrando períodos de desequilíbrio de um passado nem tão distante. E a aproximação das novas eleições também tem elevado o grau de incerteza.

    Mas a situação atual precisa ser vista a partir de uma perspectiva mais ampla.

    O país está hoje muito mais preparado para enfrentar adversidades. Temos reservas internacionais expressivas, acima de US$ 380 bilhões. O Brasil é credor externo líquido, ou seja, conta com um nível de reservas maior que sua dívida externa total.

    A inflação brasileira está sob controle, melhorando a renda e o poder de compra da população. Medida pelo INPC, ela é hoje inferior a 2,0% ao ano, a mais baixa já registrada. Inflação baixa permite juros baixos, hoje o menor da história. A queda da taxa de juros, que afeta a economia com defasagens, reduz o custo financeiro das famílias e empresas.

    Em 2017 voltamos a crescer, e em 2018 não será diferente. O Brasil registrou uma das piores recessões de sua história entre 2015 e 2016. Um maior dinamismo da economia brasileira está ligado à resolução dos problemas internos que limitam o potencial de crescimento sustentado.

    O grande entrave para o crescimento permanece sendo a situação fiscal. Muitas das políticas adotadas na última década e meia foram baseadas em ampliação de gastos e crescente comprometimento dos recursos públicos e engessamento orçamentário. É preciso quebrar essa lógica.

    O teto dos gastos restringiu a ampliação sem critérios de novas despesas, forçando o Estado a repensar seus gastos. Agora é urgente a aprovação no Congresso de reformas macro e microeconômicas que assegurem a sustentabilidade das contas públicas e o aumento da produtividade.

    Em 2015, os gastos de benefícios do RGPS sobre o total da despesa primária eram de 38%. Em 2018, atingiu 43%, e as projeções mostram que podem chegar a 49% em 2021. Já as despesas com pessoal e encargos vêm se mantendo entre 21% e 22% nos últimos anos. Dessa forma, não sobra espaço para as despesas discricionárias.

    Esse é um problema sério e não há alternativa a não ser enfrentá-lo. Se nenhuma reforma for aprovada, em 2021, 98% das dotações do governo serão disponibilizadas para despesas obrigatórias.

    Além disso, precisamos retomar o planejamento de longo prazo. O Ministério do Planejamento colocou em consulta pública a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. O documento projeta cenários e indica caminhos para que o país alcance o crescimento sustentável, garantindo o crescimento do PIB e do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

    Com aprovação das reformas estruturais e também de medidas microeconômicas, é possível ao Brasil ampliar o PIB para 3,9% na média dos próximos 12 anos. Neste cenário, em 2021 o país alcançará o superávit primário e haverá uma trajetória declinante acentuada do endividamento público. Temos todas as condições para chegar lá.

    Esteves Colnago é ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão

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