Cesare Battisti, condenado por matar quatro pessoas, foi solto... Ou... O abençoado pelos "companheiros"!

Cesare Battisti, condenado por matar quatro pessoas, foi solto... Ou... O abençoado pelos "companheiros"!

Esta é a segunda vez que republico o artigo sobre a mesma matéria, com atualização.

O assunto volta e revolta a todos, inclusive ao condenado Battisti, pois ele quer curtir uma prainha, mas ninguém deixa!

Queria curtir o reveillon, tomar uma caipirinha, mas a burocracia atrapalhou.

Coitado do Cesare, um injustiçado...

Parece brincadeira, mas Battisti, revoltado porque não foi extraditado em tempo certo pelo Presidente da República, mas também não foi solto, entrou com Habeas Corpus no STF.

Parece que o "refugiado político" queria ser solto, agora em junho, para as festas juninas.

Queria "casamento na roça", "quentão", "pular fogueira", "assar batata doce na braza" e... "dançar quadrilha o resto da vida!"

Pois conseguiu!

Já devem estar preparando o Alvará de Soltura.

Não é que soltaram hoje o homem condenado à prisão perpétua, sentença transitada em julgado na Itália, pela prática de quatro homicídios qualificados!

Ele é considerado terrorista internacional e praticante de crime comum por todo o mundo.

Em face das normas brasileiras e dos entendimentos políticos do Poder Executivo - do tipo "eu aqui faço o que quero... eu estou no governo... cara!"

Concederam refúgio político, sem razões plausíveis, como disse a ministra Ellen, a não ser o forte argumento de "premonição":

 - Terrorista, terrorista? Ih! Isso é coisa de esquerda! Legal, o cara é gente fina. É coisa política. Vamos conceder o refúgio, não vamos extraditar galera. Tamo junto!

Diante de tudo isso, o Supremo Tribunal Federal se viu sem saída. Decisão por maioria.

O homem é tão importante que o governo brasileiro resolveu rasgar todos os tratados internacionais.

Deve estar rindo da república que adora futebol e samba, oba!

Comitivas de terroristas internacionais devem estar se movimentando em direção ao território brasileiro.

Ninguém vai preso!

Venham... aqui é uma beleza!

Viva a impunidade brasileira!

Vejam os artigos anteriores:

 

O Assassino, amigo dos "companheiros", será solto para curtir o verão brasileiro..." Ou: "Beleza!... Vamos para o reveillon!"

 

"Lula decide não extraditar Cesare Battisti à Itália".

Está em todos os jornais.

Como último ato do exercício do seu Mandato de Presidente da República, Lula, no apagar das luzes,  no último dia, antes do reveillon, decidiu que o terrorista, autor da prática de quatro homicídios na Itália, condenado à prisão perpétua, com decisão transitada em julgado, não será entregue às autoridades italianas.

Provavelmente o assassino será convidado, por alguém, a assistir às festas e ao espocar de fogos em local nobre de algum ponto da Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro.

Festa que... É uma beleza, gente!

O Assassino estará rindo da cara da justiça italiana, do povo italiano, e se esculhambando de rir das famílias das vítimas.

Mas tudo com muito whisky... aquele da diretoria dos companheiros!...

O Alvará de Soltura, neste momento, dia 31 de dezembro, 12:11 hrs, já deve ter sido providenciado pela defesa junto ao ministro escalado para o plantão do recesso forense em Brasília/DF.

No ano passado, por ocasião da decisão do "Supremo", publiquei aqui neste espaço a matéria que segue abaixo.

Vou retificar a primeira frase:

Na ocasião eu estava convicto que poderia exercer as atividades de comentarista com isenção de ânimos, sem me posicionar politicamente.

Modifiquei o pensamento:

Tenho consciência que sou socialista, mas não sou radical.

Admito a interferência pontual do estado na economia para regular o mercado.  Dar assistência aos necessitados, sem produzir parasitas. Incentivar a criação de pequenas e médias empresas. Organizar a assistência social, com aposentadorias com proventos integrais para que os idosos possam ter um final de vida sem a obrigação de serem obrigados a terem um padrão de vida inferior àquele que tinham quando estavam na vida ativa. Organizar e ampliar a assistência médica à população, sem discriminação. Promover uma reforma agrária, eficaz e sem banditismo rural,  sem prejudicar os proprietários de terras. Admito a propriedade privada, etc., etc.

Mas como comentarista procurarei produzir as matérias sem me preocupar com ideologia.

Tenho a convicção de minha ideologia, mas a isenção de ânimo para a crítica política permanece.

Apontarei o erro e apresentarei as críticas, como sempre fiz, sem partidarismo, mesmo porque não sou filiado a qualquer partido. Mesmo que venha a me filiar, se isso ocorrer, permanecerei com a mesma liberdade de manifestação do pensamento. 

Acima de tudo, luto pela liberdade de manifestação do pensamento. Pela liberdade de imprensa. Pelo mundo intelectual liberto de amarras.

Dito isto, publiquei, como falei anteriormente, em novembro de 2009, a matéria abaixo:

Quando o terrorista é amigo.

 Eu não sou de direita, esquerda ou centro.  Sou um comentarista. Gostaria de ser um cronista, “aquele” cuja opinião é aguardada no dia seguinte.  Acho que não vou conseguir: Isto é coisa prá fera!

 Entendo que os fatos sociais e políticos devem ser encarados de acordo com a lei, os costumes e a moral do seu povo.  Falando assim parece que sou um militar ou um extremista de direita.  Não, não sou.

 Posso até ser considerado um chato.

 Posso ser, mas a minha crítica vai para aqueles que pensam que estão acima da lei: geralmente políticos e os que vivem á margem da lei e por isso mesmo não a observam.  Outras vezes para políticos-bandidos e, até mesmo, bandidos-políticos.

Não é porque sou político que eu posso fazer qualquer coisa e alegar que o fiz por motivos políticos.

 Não posso praticar um crime de roubo contra o patrimônio de uma pessoa física ou contra uma instituição bancária e depois dizer que aquilo foi um crime político.

 Não posso arrombar o cofre, roubar o dinheiro e dizer que aquele dinheiro era do povo e será usado para financiar a “revolução” ou que será devolvido para o povo (principalmente porque ninguém é idiota).

 Não posso fazer justiça com minhas próprias mãos.  De novo: ninguém é idiota!

 Não é a esquerda quem diz que tudo deve ser resolvido na justiça? Com muita conversa? Pois é!

Um político não tem licença jurídica para matar, roubar, se apropriar de dinheiro público, ou aceitar propina.

 A atividade política é igual a qualquer outra.  Praticou crime? Cadeia, prisão, apreensão e perdimento de bens.

O político aqui no Brasil é o único cidadão que pode ofender, acusar injustamente uma pessoa de prática de crime ou difamar essa pessoa, dizendo que ela fez isso ou aquilo e nada acontece com ele. Pode praticar qualquer crime contra a honra de qualquer pessoa impunemente porque ele tem imunidade parlamentar. O negócio é discursar!

 - Ah! Mas quando ele terminar o seu mandato ele será processado.

 - Bah! Nada vai acontecer com ele.

 - Quando terminar o seu mandato, ele vai ser reeleito;

 Caso não seja, porque além de criminoso, não conseguiu enganar devidamente o eleitorado, o crime estará prescrito pela pena abstrata ou em concreto; mas mesmo que assim não seja ele vai recorrer e vai dizer com a maior cara de pau que aquele crime praticado foi em razão de sua atuação política.

 Aí... um desses tribunais (de outro país) que confundem política com legislação, dependendo do partido político do criminoso, decidirá não extraditar, mas ensinará a saída:

- Fala com o presidente, ele pode não querer extraditar por motivo político.  Ele tem a força!

Não importa que o tribunal do país de origem daquela pessoa – berço do direito ocidental -  depois de um processo longo e bem estudado por toda aquela sociedade, tenha concluído que houve um caso de homicídio quádruplo qualificado por crueldade ou qualquer outra coisa.

Só importa se alguém entende que você é politicamente interessante, se vai me render voto ou simpatia.

 O resto é o resto!

 No Brasil de hoje (ou de uns tempos para cá) elevaram o “motivo político” a um patamar de licença para a prática de qualquer tipo de crime:

 Pode ser corrupto;

Pode apresentar renda incompatível com suas atividades profissionais;

Pode possuir conta bancária em paraíso fiscal – acreditem: já tem gente com projeto para anistiar dinheiro objeto de prática de crime de evasão de divisas;

Pode invadir propriedades; depredar; quebrar; incendiar plantações; passar trator no laranjal; jogar o semem do touro premiado raro, preservado em laboratório, com grande valor no mercado, no lixo; fazer churrasco com o touro ou a vaca matriz de rebanho; bater nas pessoas; ferir o corpo e aterrorizar a alma das pessoas; pode matar uma, duas, três ou quatro pessoas;

 Se o motivo for “político” e você for simpático ao partido político dominante: está salvo!

Se for terrorista estrangeiro, condenado a uma pena de prisão perpétua por prática de homicídio qualificado no seu país, por ter causado a morte de diversas pessoas, aqui a decisão vai ficar por conta do interesse do partido político.

Quanto a sua liberdade: enquanto o partido não decide se você será extraditado, você terá a prisão relaxada porque “evidentemente” não pode ficar preso indefinidamente.

Solto, ou até mesmo na prisão, basta fazer uma coisa bem prática: pague uma mulher para gerar um filho seu (tem visita íntima na prisão ou se você não for chegado: inseminação artificial) e então você nunca mais cumprirá a pena no país onde foi condenado: afinal você tem um filho brasileiro!!

 Agora! Se você for de um partido político de direita e – isso é muito importante - não estiver servindo politicamente para o partido de esquerda dominante...

 Neste caso - meu amigo - você está... ferrado!

 Você está vivendo no... Brasil!

E você, o que acha?

Dê sua opinião!

 

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