Vou usar as minhas armas, sou um guerrilheiro urbano!

Vou usar as minhas armas, sou um guerrilheiro urbano!

 

Acordo, leio os jornais.

A revolta enche meu peito:

- Canalhas! Canalhas! Canalhas!

Quero gritar, brigar, bater, liquidar, prender...

Revolução, quero a revolta!

Mas posso? Não posso?

- Minhas armas, minhas armas!

Vou fazer alguma coisa,

Tenho que fazer alguma coisa!

 

- Te aquieta, a coisa não é contigo!

 

- Mas eu tenho que fazer!

Não posso ficar parado,

Está acontecendo muita desfaçatez,

A corrupção está por todos os lados!

Minha cabeça ferve com idéias,

O país está repleto de canalhas e patifes.

 

- Te aquieta você não tem imunidade!

 

- Mas os que têm nada fazem! São todos coniventes!

Até aqueles que você pensa que são oposição!

 

- Usa o anonimato da persona, se esconde no pseudônimo,

Liquida a canalhada, coloca os patifes de joelhos, mas não mostra a tua cara!

 

- Jamais... mulher!

Quero que eles vejam quem é o seu algoz!

Não vou me esconder, não sou mártir,

Mas o covarde não encontra guarida aqui!

- Saia da frente dessa porta, mulher!

Quero todas as minhas armas!

 

- Não, não, não faça isso, você vai nos prejudicar!

 

- Saia, saia da frente, quero entrar no meu escritório!

- Vou te empurrar com força... vou usar violência..

 porque eu quero entrar!

 

- Ai! Você me machucou!

 

- Nada me importa agora!

Me dá essa chave!...

 

 - Ah! Finalmente!

As minhas armas...

Todas limpas e iluminadas!

Vocês, canalhas, patifes e corruptos, vão sentir agora

A força da expressão do meu pensamento no...

 Twitter!

 

E você, o que acha?

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