O GRITO DA JUVENTUDE. A NOVA ORDEM POLÍTICO-SOCIAL

O GRITO DA JUVENTUDE. A NOVA ORDEM POLÍTICO-SOCIAL

Os manifestantes  não admitiram bandeiras de partidos políticos nas passeatas, aquelas do primeiro semestre.

O recado é claro: há uma nova ordem político-social. Novas lideranças estão surgindo.

Estamos em época de mudanças. Teremos eleição no domingo. O Brasil necessita respirar outros ares.

O ar que respiramos está poluido. Há urgente necessidade de depuração. 

O povo está cansado de ver falcatruas, corrupção, estelionatos eleitorais, políticos mentirosos e totalmente despreparados para a função legislativa.

Carga tributária escorchante, normas processuais criadas na desfaçatez de eterno amplo direito de defesa, recursos e mais recursos, gerando a impunidade e atravancamento da máquina judiciária.

O povo não admite ver o Ministério Público perigosamente ameaçado de ter suas atribuições constitucionais reduzidas, proporcionando alegrias incontidas na marginalidade e no covil de assaltantes dos cofres públicos.

Os tribunais paralisados pelo enorme volume de processos gerados pelo estelionato estatal, causador de inúmeras ações contra as administrações de todas as esferas da federação, sim, o estado é o maior e principal réu nos processos existentes no poder judiciário brasileiro.

Os precatórios, sim, as dívidas do estado se eternizam nas prateleiras dos palácios. O credor-contribuinte não recebe nunca o que lhe é devido, pois um governador deixa o pagamento para o próximo, eterna ciranda.

O povo quer uma administração séria, voltada para o desenvolvimento do país e não para interesses pessoais e político-partidários.

O povo quer gente competente nos cargos chaves das administrações.

Uma administração saudável não se sustenta com pessoas despreparadas, incultas, suspeitas e desonestas.

O povo honesto, trabalhador, a juventude, não suporta mais ver o surgimento de fortunas mágicas, oriundas da promiscuidade negocial de interesses privados e estatais, enquanto lutam para adentrarem, com enorme sacrifício, no mercado de trabalho e, ainda, são ameaçados com a contratação de profissionais (formação duvidosa) de outros países para ocuparem os lugares que poderiam lhes pertencer, caso dos médicos.

Acredito que o grito das ruas foi claro:

"Queremos gente honesta e competente na administração do país. Que reajam os políticos com este perfil, não se intimidem com os marginais.

Há a necessidade de uma reforma política urgente.

Todos os atuais partidos políticos devem ser lançados na vala comum por onde passa o esgoto da corrupção, do desmando, da incompetência, da impunidade.

Os poderes da república devem ser restaurados, acabando-se com o choque de instituições. Que vivam em harmonia constitucional."

E você, o que acha?

Dê sua opinião.

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